Referências:
http://en.wikipedia.org/wiki/Jerry_Thomas_(bartender)
http://www.artofdrink.com/jerry-thomas/
http://www.drinkboy.com/Articles/Article.aspx?itemid=23
A Cozinha falante foi criada por alunos de gastronomia da UCSAL, com objetivo de trocas de informações, compartilhamento de experiências e busca de oportunidades na área. Contribuições são sempre bem vindas!!!

Como é bom a gente poder encontrar pessoas com o mesmo interesse e com vontade de compartilhar experiências!!!
Foi exatamente isso que aconteceu conosco hoje. Como já disse em posts anteriores, estamos no segundo semestre de gastronomia e cursando algumas disciplinas relacionadas a bebidas, uma delas de drinks e hoje pudemos enriquecer o nosso conhecimento participando de uma das reuniões do Clube do Barman de Salvador, promovido pela Pernod Ricard, que aconteceu no Padaria Bar, Rio Vermelho.
James Guimarães, mixologista nos apresentou a história da coquetelaria e tendências atuais com a demonstração de alguns dos drinks mais tradicionais (que apresentaremos em breve aqui no Blog). Cada um deles foi realizado por bartenders de Salvador: Cosmopolitan (Abel Moreira), Mojito (Maria Bento), Whisky Sour (Thiago Aguiar), Manhattan, Coquetel de Frutas (Ismael), Daiquiri Frozen (Alessandro-Léo)...
A diversidade de cores e sabores nos encantou (ainda bem que era só um golinho de cada um, se não...). Deu muita vontade de quero mais!!! Agradecemos imensamente o convite, principalmente a Maria Bento por esta oportunidade incrível!
Vivian ganhou competição entre 21 participantes selecionados.
Região de origem: | Região de cultivo: |

Termina hoje a “Semana do Peixe”, uma iniciativa do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) em parceria com o Ministério da Saúde. A 8ª edição da Campanha tem como principal objetivo incentivar o brasileiro a consumir pescado regularmente com foco na alimentação saudável.
A idéia é distribuir informações sobre os benefícios que o consumo de pescado proporciona à saúde, além de orientações sobre como verificar a qualidade do produto na hora da compra, como limpar o pescado e diversas receitas regionais e melhoradas nutricionalmente, com quantidades reduzidas de sal e de gorduras.
Dicas de compra
A Campanha tem também como objetivo prestar informações aos consumidores sobre quais itens observar na hora da compra. O peixe fresco, por exemplo deve possuir pele firme, bem aderida, úmida e sem a presença de manchas; os olhos devem ser brilhantes e salientes; as escamas devem ser unidas entre si, brilhantes e fortemente aderidas à pele; as guelras devem possuir cor que vai do rosa ao vermelho intenso, ser brilhantes e sem viscosidade; odor característico e não repugnante.
A conservação é outro ponto em destaque para os consumidores. Após o descongelamento, os pescados só podem ser congelados novamente se cozidos e preparados. No congelamento caseiro, os peixes devem ser mantidos inteiros, mas sem as vísceras. Camarões e lagostas devem ser congelados sem cabeça. Nunca se deve congelar espécies diferentes num mesmo recipiente. Ao manusear o pescado, o vendedor deve utilizar luvas descartáveis e a higiene do local de venda deve ser observada como um todo. Os peixes são alimentos extremamente perecíveis e por isso é necessário tomar muito cuidado com seu manuseio.
Alimentação Saudável
Consumir carnes com menor teor de gordura é essencial para quem deseja ter uma alimentação adequada. O consumo regular de pescados traz benefícios à saúde. De modo geral, os peixes são boas fontes de todos os aminoácidos essenciais, que ajudam a formar as proteínas, necessárias para o crescimento e a manutenção do corpo humano. São também fontes importantes de ferro, vitamina B12, cálcio e gorduras essenciais, fundamentais ao bom funcionamento do corpo.
Vamos aproveitar os benefícios dos pescados!!!
Contribuição da colega: Aci Bárbara Cruz
Fazer um curso de gastronomia é sempre uma surpresa!!! Hoje tivemos uma festa de reveillon completa em plena segunda feira!!!
Era um exercício da disciplina de gestão de eventos, a festa serviu para ilustrar que aspectos não devem faltar para se ter sucesso na organização nas festas de fim de ano.
Assim como as festas de São João, o reveillon é uma festa datada, portanto a possibilidade de locação de material e equipamentos, assim como a contratação de mão de obra especializada fica prejudicada devido a grande concorrência. Para obter êxito num evento deste tipo é importante organizá-lo com muita antecedência e reservar o material necessário com uma margem de segurança. Isso contribuirá para que existam menos erros durante a execução.
Abaixo um pequeno texto apresentado durante a aula sobre as comidas típicas para o Ano Novo (contribuição da aula Karla)
Pernil
A tradição de comer pernil na virada é antiga. Acredita-se que consumir a carne do porco, que é um animal que "fuça" a comida, empurrando-a para frente, traz sorte o ano todo e progresso na vida de quem o come. Independente das crenças, a carne é considerada nobre. É a partir dela que se prepara o presunto. Fresco, pode ser grelhado ou assado e deve ser consumido em até três dias.
Grãos
Lentilha
A lentilha, mais antiga leguminosa cultivada pelo homem, tem origem na Ásia Ocidental (próximo a Síria). Seu nome é uma homenagem à família roma Lentuli. Muitos crêem que suas sementes simbolizam abundância. Essa superstição veio de uma história bíblica. Esaú abriu mão de seus direitos de primogênito ao irmão Jacó por causa de um delicioso prato de lentilhas. Mas, mesmo abdicando desse poder, se tornou um homem muito rico. A forma dos grãos de lentilha também contribui para sua associação com dinheiro, já que lembram pequenas moedas.
Mel com tâmaras e figos secos
O poeta Ovídio, em seus escritos do século I, conta que a iguaria foi inventada pelo imperador romano Júlio César. Ele a oferecia aos amigos, com os desejos de que o sabor do tempo que começava fosse doce. Junto, mandava também uma folha de louro. O costume se manteve na Itália, que ainda hoje come figos em folhas de louro na passagem do ano.

Foi uma experiência muito interessante. Eu, como uma baiana de escolha, ou soteropaulistana como dizem meus amigos, aprendi muitas coisas sobre a culinária baiana, suas tradições e culturas. Principalmente sobre o tabuleiro da baiana (me senti na música do Dorival Caymmi).
Escutar Elmo Alves (professor do SENAC) falando com emoção e defesa de um militante sobre a culinária baiana faz a gente refletir sobre o impacto da criatividade e da necessidade de identificação de um povo com sua cultura em seus pratos e alimentos. Outra militante fervorosa e emocional foi Rita Santos (da Associação de Baianas de Acarajé) defendendo a manutenção das baianas e seus tabuleiros como patrimônio nacional. A contribuição de Revecca Cazenave (INCRA) que discursou sobre turismo de base comunitária, principalmente de assentados teve como objetivo o resgate da culinária local enquanto patrimônio imaterial destas regiões, trazendo como exemplo a Chapada Diamantina.
A apresentação de trabalhos de alunos e professores enquanto contribuições acadêmicas enriqueceu o evento trazendo para a discussão o papel acadêmico deste tipo de encontro.
O ponto alto do encontro foi a apresentação do aposentado Antonio Andrade Santos que contou um pouco sobre a sua infância na “roça” e a relação das pessoas através da alimentação, como um contador de “causos” divertiu a todos e foi altamente ilustrativo.
O evento pecou um pouco em relação a dois aspecto, primeiro em relação aos palestrantes Ligia Amparo (Nutricionista professora da UFBA) e Ericivaldo da Veiga (apresentou sua pesquisa de doutorado), que levaram suas apresentações impressas e as leram para a platéia, o que ficou muito cansativo. Fiquei decepcionada, pois trouxeram aspectos interessantíssimos sobre a tradição da culinária baiana subjetividade, memórias afetivo-olfativas-gustativas e sobre receitas enquanto produção histórica, com todas as influências que sofreram, principalmente as africanas... Fiquei com muita vontade de saber mais, ou até mesmo ter acesso aos textos lidos pelos autores.
O outro pequeno pecado foi em relação ao coffee-break servido, esperava algo em harmonia com o tema do seminário, já que temos tantas iguarias baianas, também faltou o oferecimento de água.
Eu, que não sou baiana de origem e sim de escolha, aprendi muito, mas gostaria que tivesse a oportunidade de degustar as inúmeras iguarias que foram apresentadas, principalmente o acaçá, que foi a grande estrela.
Se alguém souber de um bom acaçá que possa ser degustado em Salvador, por favor, deixe nos comentários... Desde que acabou o seminário estou doida para provar!!!
Parabenizo a todos do SENAC pela iniciativa, no VI Seminário estarei lá!!!